O exame dermatoscópico permite a visualização de várias estruturas cutâneas não visíveis ao olho. Após a análise das imagens encontradas, em geral é possível fazer, de forma segura, a diferenciação entre lesões malignas e benignas e, eventualmente, afastar qualquer probabilidade de transformação maligna das lesões que não apresentam esta tendência. A Epiluminescência Digital Microscópica - Molemax II - é um dos recursos mais modernos para o diagnóstico e acompanhamento de várias alterações cutâneas.
São obtidas imagens macroscópicas e microscópicas das lesões, as quais são digitalizadas e analisadas. É emitido um laudo com a hipótese diagnóstica e as imagens ficam armazenadas. Essas imagens, em exame posterior, servem de referência na análise de imagens mais recentes. Ainda, as imagens obtidas podem ser analisadas em conjunto com o Departamento de Dermatologia da Universidade de Viena.
Suas indicações são, entre outras:
- Diagnóstico diferencial de lesões cutâneas pigmentadas (diferenciar os sinais que podem transformar-se em câncer daqueles que não podem);
- Diagnóstico e acompanhamento de lesões pigmentadas em indivíduos de alto risco, como portadores de múltiplos sinais (diminui a probabilidade de cirurgias desnecessárias para a retirada de sinais);
- Diagnóstico de malignidade de uma determinada lesão.